São todos uns mentirosos e estúpidos, a cagar sentenças sobre a minha vida mas não falam comigo não me perguntam nada e quando perguntam, não guardam a informação da resposta, então continuam e continuam na mesma arrogância de acharem que sabem o que é melhor para mim... Filhos da puta, todos, haviam de morrer com muita muita muita muita muita dor física, toda aquela que já senti vezes mil vezes, e ter cada pedacinho de carne despedaçado. Odeio-vos a todos de tal forma...
E odeio estar viva por isso.
testemunho de dor III
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Porque é que não me deixam simplesmente dormir um mês inteiro?
Testemunho de Dor: ementa
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3 ao peq almoço: 1 de quetiapina ou como eu lhe chamo ficaquietapeqenina; 1 voltaren pas inflamações, 1 lactase pa digerir;
1 ao almoço: ficaquietapeqenina
3 ao jantar: estinavette, ficaquietapeqenina grande, 1 lactase pa digerir
Mas que tipo de motivo procuram pra justificar uma celebração no mesmo dia em que nasci?
1 ao almoço: ficaquietapeqenina
3 ao jantar: estinavette, ficaquietapeqenina grande, 1 lactase pa digerir
Mas que tipo de motivo procuram pra justificar uma celebração no mesmo dia em que nasci?
Testemunho de dor II: conclusão
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Pensando melhor, fodam-se em motoserras feitas com a merda da vossa crueldade, e que o vosso sangue de lama não suje a capa dos inocentes incautos que vagueiam em GAIA, o paraíso do rebuçado e da tanga dourada. Este "milagre"...
Simplesmente...
Fodam-se.
Simplesmente...
Fodam-se.
Testemunho de Dor II
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Desta vez, foi só um não conseguir fechar a mão, as dores eram tantas que nem o sono chegava num corpo mente unificado, exausto.
Depois eram as dores nas nádegas estando sentada, as dores que partiam das pernas e envolviam as entranhas vísceras sexuais.
No dia em que decidi voltar a dançar não consegui por os pés no chão.
Talvez o meu destino seja mesmo voar da ponte 25 de Abril.
Depois eram as dores nas nádegas estando sentada, as dores que partiam das pernas e envolviam as entranhas vísceras sexuais.
No dia em que decidi voltar a dançar não consegui por os pés no chão.
Talvez o meu destino seja mesmo voar da ponte 25 de Abril.
Testemunho de Dor
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Claro, agradecimentos, claro, aos deuses e à terra Gaia na sua grandiosidade e framboesinha da alma junto com patinho de sabão do espírito, porque tudo tem um motivo!
Ah claro, porque o teu sofrimento, ó bestinha humana arrogante, tem um motivo, dado a tua grandiosa importância!
Coitadinha de mim que me queixo, mas se calhar a tua natureza era levares com um cotovelo meu pelo teu nariz adentro até ficar com esguichos de sangue e matéria cinzenta espalhados na minha cara.
Meto-te nojo? Engraçado, não me lembro de teres achado nojento rebentares-me o cú com a tua pila nojenta. Então e quando fodias os meus amigos quando eles eram apenas crianças inocentes? Quando lhes rebentaste o cú deles e a merda deles ainda aprisionada no intestino se misturava com o sangue imenso?
Não tiveste nojo de ti mesmo?
Fico curiosa. Não há palavras para descrever o ódio que te tenho. É imundo. E é um ódio fecundo. Reproduz-se nos outros.
Quando me fodeste, não rebentaste só o meu cú. Rebentaste também todos os limites que tinha. Sem eles ando entre a morte e a vida, sem ter que ter qualquer equílibrio, sem sequer o procurar. Procuro foder-me toda! Como tu me fodeste! Sabes, até já não ter mais pulso nem braço para espetar a agulha, até ter o braço tão mordido que já não o consiga mexer, já não ter mais número de emergência para onde ligar, nenhum motivo para não saltar da ponte. Ir tão rápido e sem capacete até ao ponto de perder o controlo absoluto e espetar-me do viaduto abaixo, matar cinco pessoas pelo caminho... matar as crianças dos outros com gozo com prazer. Matar um outro qualquer aliatório porque se cruza no meu caminho. OH SIM O GRANDE MISTÉRIO DA MÃE GAIA. Provém todos enxofre. Morram atropelados na vossa merda.
Não há nenhum tipo de beleza na dor. Os gregos estavam enganados.
Desejo-vos a todos mal. Morram de dor e desgosto, percam-se no sangue dos que amam.
Não tenho nenhuma mensagem de esperança para a humanidade. Só os suícidas podem ter a mensagem de esperança que todos procuram. Só há esperança na morte e no intervalo da vida. Eu sei, eu já lá estive várias vezes...Quero foder Gaia no cú com uma motosserra e fazê-la engolir a lua. E vê-la a explodir em mil pedaçinhos. Pedaçinhos dos vossos filhos.
Nunca vou ter um trabalho.
Um curso.
Algo acabado.
Uma vida.
Amor.
Obrigada por me teres dado todos os demónios do mundo pelo meu cú violado.
Ah claro, porque o teu sofrimento, ó bestinha humana arrogante, tem um motivo, dado a tua grandiosa importância!
Coitadinha de mim que me queixo, mas se calhar a tua natureza era levares com um cotovelo meu pelo teu nariz adentro até ficar com esguichos de sangue e matéria cinzenta espalhados na minha cara.
Meto-te nojo? Engraçado, não me lembro de teres achado nojento rebentares-me o cú com a tua pila nojenta. Então e quando fodias os meus amigos quando eles eram apenas crianças inocentes? Quando lhes rebentaste o cú deles e a merda deles ainda aprisionada no intestino se misturava com o sangue imenso?
Não tiveste nojo de ti mesmo?
Fico curiosa. Não há palavras para descrever o ódio que te tenho. É imundo. E é um ódio fecundo. Reproduz-se nos outros.
Quando me fodeste, não rebentaste só o meu cú. Rebentaste também todos os limites que tinha. Sem eles ando entre a morte e a vida, sem ter que ter qualquer equílibrio, sem sequer o procurar. Procuro foder-me toda! Como tu me fodeste! Sabes, até já não ter mais pulso nem braço para espetar a agulha, até ter o braço tão mordido que já não o consiga mexer, já não ter mais número de emergência para onde ligar, nenhum motivo para não saltar da ponte. Ir tão rápido e sem capacete até ao ponto de perder o controlo absoluto e espetar-me do viaduto abaixo, matar cinco pessoas pelo caminho... matar as crianças dos outros com gozo com prazer. Matar um outro qualquer aliatório porque se cruza no meu caminho. OH SIM O GRANDE MISTÉRIO DA MÃE GAIA. Provém todos enxofre. Morram atropelados na vossa merda.
Não há nenhum tipo de beleza na dor. Os gregos estavam enganados.
Desejo-vos a todos mal. Morram de dor e desgosto, percam-se no sangue dos que amam.
Não tenho nenhuma mensagem de esperança para a humanidade. Só os suícidas podem ter a mensagem de esperança que todos procuram. Só há esperança na morte e no intervalo da vida. Eu sei, eu já lá estive várias vezes...Quero foder Gaia no cú com uma motosserra e fazê-la engolir a lua. E vê-la a explodir em mil pedaçinhos. Pedaçinhos dos vossos filhos.
Nunca vou ter um trabalho.
Um curso.
Algo acabado.
Uma vida.
Amor.
Obrigada por me teres dado todos os demónios do mundo pelo meu cú violado.
Maman Brigitte
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Eu sei que estás aí. Estás desde 2008, eu senti-te naquela noite.~
Consigo ouvir-mo-nos murmurar "Preciso de um corpo novo. preciso de um corpo novo." E a força que imprimimos nessa vontade. Vela por nós na passagem, maman Brigitte.
Rezo por um dia ter o teu estilo energético. É muito swag.
Consigo ouvir-mo-nos murmurar "Preciso de um corpo novo. preciso de um corpo novo." E a força que imprimimos nessa vontade. Vela por nós na passagem, maman Brigitte.
Rezo por um dia ter o teu estilo energético. É muito swag.
o que é o amor e onde estas
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O amor.
Que palavra é essa? O que significa?
O desamor tem bastante poder
Oculta-se no nada
O cansativo retornar a um ponto de vontade
Tentar manter as coisas interessantes
Mas às x, a dor é a dor. Sem motivo.
Às vezes o corpo mente.
Às vezes não sei dizer não. Outras não sei dizer sim
Sei que o amor não para aqui
seja lá o que for, essa coisa de me sentir viva por curar os outros.
Luz.
Onde nao está a sombra.
Onde estarás?
em 2009, a ir para um país distante? Num avião a cair? Noutro país, num terreiro de gente estranha numa estranha cultura?
Em dor, a precisar do meu sorriso? A gerar muitos recursos e a gostar de o fazer, perdido, enterrado num cemitério de notas
e números que nem podes tocar?
Onde estás?
Estou inquieta.
Que palavra é essa? O que significa?
O desamor tem bastante poder
Oculta-se no nada
O cansativo retornar a um ponto de vontade
Tentar manter as coisas interessantes
Mas às x, a dor é a dor. Sem motivo.
Às vezes o corpo mente.
Às vezes não sei dizer não. Outras não sei dizer sim
Sei que o amor não para aqui
seja lá o que for, essa coisa de me sentir viva por curar os outros.
Luz.
Onde nao está a sombra.
Onde estarás?
em 2009, a ir para um país distante? Num avião a cair? Noutro país, num terreiro de gente estranha numa estranha cultura?
Em dor, a precisar do meu sorriso? A gerar muitos recursos e a gostar de o fazer, perdido, enterrado num cemitério de notas
e números que nem podes tocar?
Onde estás?
Estou inquieta.
Rasgar
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Rasguei o poema que escrevi para ti.
Rasguei todos os sentidos
Rasguei o tudo que era o meu nada,
ficou o vazio.
Ficou a dor de um vazio.
Um lugar frio numa cama vazia.
A ausência do frio ocupado por outra pessoa.
O amor não mora aqui.
Começou a bater em retirada e quando quis erguer a bandeira branca,
a guerra já tinha acabado.
E eu tinha ganho.
Rasguei todos os sentidos
Rasguei o tudo que era o meu nada,
ficou o vazio.
Ficou a dor de um vazio.
Um lugar frio numa cama vazia.
A ausência do frio ocupado por outra pessoa.
O amor não mora aqui.
Começou a bater em retirada e quando quis erguer a bandeira branca,
a guerra já tinha acabado.
E eu tinha ganho.
Poesia em Movimento
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Há sombras.
Há sombras na escuridão das escolhas que não fizemos.
Aprendizes, responsabilidades.
Há que assumi-las, não fugir delas.
Estiveste sem estar.
Estiveram os teus cabelos pretos,
os teus sorrisos,
as tuas intensidades.
Quis que me desejasses para depois te largar, como um peso que nos puxa para baixo.
Um caminho que nunca foi o nosso mas que não deixa de ser belo.
Forte.
Ao lado.
Há sombras na escuridão das escolhas que não fizemos.
Aprendizes, responsabilidades.
Há que assumi-las, não fugir delas.
Estiveste sem estar.
Estiveram os teus cabelos pretos,
os teus sorrisos,
as tuas intensidades.
Quis que me desejasses para depois te largar, como um peso que nos puxa para baixo.
Um caminho que nunca foi o nosso mas que não deixa de ser belo.
Forte.
Ao lado.
Um dia vou fazer um zaar com isto
Posted by flor | | 0 commentsQuem conseguir criar uma música que me vá ao cerne mais profundamente que esta, consegue que eu dance um zaar exclusivo. Desafio!
The Beast
Posted by flor | | 4 comments
Um bom exercício é imaginar o que estarias a fazer se em vez de seres um homem civilizado e assolado pelo tormento da razão, fosses um homem totalmente animal. Que sangue terias nas mãos? Porquê? Quantos filhos já terias e com quem? Com quantos seres vivos já terias pinado?
Este exercício é bom porque ajuda a compreender o que está na profundidade do ser. A corrente obscura do rio que percorre os nossos interiores. Ajuda a definir prioridades e a despertar. Ajuda a compreender. Normalmente esse nosso "monstro" interior não entra em contradição. E normalmente tem motivos para tudo o que faz. Temos é que aprender a compreendÊ-lo.
O Aleister Crowley era um fulano engraçado porque se fartava de falar na importância da razão e na razão e na razão, bláblá. Mas se olharmos para a biografia dele, parece que ele dizia tal coisa para se convencer a si mesmo.
Grande Aleister...
Há quem seja animal porque não tem composto racional. Há quem seja um animal racional. E há quem seja racionalmente um animal! Besta por opção é muito bom.
É o mal em si mesmo. (evil smile)
Este exercício é bom porque ajuda a compreender o que está na profundidade do ser. A corrente obscura do rio que percorre os nossos interiores. Ajuda a definir prioridades e a despertar. Ajuda a compreender. Normalmente esse nosso "monstro" interior não entra em contradição. E normalmente tem motivos para tudo o que faz. Temos é que aprender a compreendÊ-lo.
O Aleister Crowley era um fulano engraçado porque se fartava de falar na importância da razão e na razão e na razão, bláblá. Mas se olharmos para a biografia dele, parece que ele dizia tal coisa para se convencer a si mesmo.
Grande Aleister...
Há quem seja animal porque não tem composto racional. Há quem seja um animal racional. E há quem seja racionalmente um animal! Besta por opção é muito bom.
É o mal em si mesmo. (evil smile)
Fim
Posted by flor | | 2 comments
É só para dizer que até ver, este blog vai ficar inutilizado. Tenho mais que fazer que postar aqui coisas estúpidas. Querem conhecer-me façam como os outros todos, suas bestas de merda. Ignorem-me. Ou batam palmas. Nunca me hão-de conhecer.
Assinado: Alguém que é a escuridão. E que vos há-de engolir a todos.
Assinado: Alguém que é a escuridão. E que vos há-de engolir a todos.
Decisões
Posted by flor | Labels: Como Funciona? De Caos e Ordem, Devaneios Pseudo Românticos | 7 commentsQuando os meus compromissos com outras pessoas acabarem, desisto e vou a uma urgência de psiquiatria qualquer. Não porque acredite que esteja louca. Mas porque ando a magoar outras pessoas. E que eu saiba a loucura por definição é isso mesmo. São traços da personalidade fora do comum dos "malucos" que interferem com os que vivem à volta deles.
Enfiar-me em experiências dionísiacas já não me ajuda. E todos os esforços que faço por conseguir sorrir e rir e dizer coisas que divirtam os outros, por ser afinal aquilo que os outros vêem em mim - uma puta duma entretainer e nunca mais que isso, por muito que o digam, se forem espertos jamais o admitiriam. Mas se não fossem hipócritas mais tesudos seriam. Enfim. - não passam disso mesmo. Esforços tamanhos. Já não consigo brincar sem ter patente em cada momento o quanto estou a por debaixo do tapete em termos de sofrimento para o fazer. E já não funciona. Nada me dá gozo. Nem mesmo aquilo que me dava gozo anteriormente. Literalmente nada. Nem mesmo as pequenas coisas que me davam gozo anteriormente. Estou morta. E sinto-me morta. Sinto-me sem qualquer ligação ao mundo em si. Completamente livre, enfim. Agora posso destruir-me à vontade. E vou fazê-lo da melhor forma possível. Da mais plena e intensa como faço todas as coisas. Hoje cheguei a pensar "Ou eu me mato ou vou levar comigo todas as pessoas de quem já gostei, e depois hei-de morrer eu". Só com a força da minha vontade. Só com o meu "potencial". Conversas de médicos merdosos. No fundo sou sempre um incómodo. Por muitissimos motivos. E estou farta de ser. Nem é um incómodo, é apenas ser. Não há-de ter muita lógica este texto. Está a ser dificil para mim encadear pensamentos nos ultimos dias. São demasiados traumas, demasiada dor para se processar. Não consigo racionalizar o irracionalizavél. E depois tenho que ouvir conversas de merda por não terem ancoras. Gozam com a minha cara todos os dias. Tem piada. O meu sofrimento tem piada, é engraçado.
Acreditam que não me vão fazer nada na urgência? Com o ódio que nutro por médicos, nem precisam de fazer nada. Vou ter um ataque de raiva no local, isto se não atacar nenhum deles, que seria ainda mais divertido porque aquelas drogas todas maradas devem dar uma grande moca.
Estou a contar os dias.
Nada mais me importa.
Vou pra onde o barco me levar. Se for pa ilha, que seja.
Já é altura de estender a minha casa no areal.
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